Na véspera do dia 2 de janeiro, eu estava ansiosa e me preparando para viajar a Miami. Usei a estratégia de levar poucas peças de roupas para caber mais compras na mala. Classe média, vocês sabem...
Na manhã do dia 2, acordei cedo e fui para o aeroporto, pois o voo estava marcado para as 10h50. Seria a minha primeira viagem internacional. Seria a minha primeira viagem de avião. Caipira, vocês sabem...
Vi a sala de espera ficar cheia rapidamente, sobretudo de crianças. Miami perto de Orlando, Disney World, férias; vocês sabem...
O relógio marcou 11h e nada de embarcamos. Ao meio-dia, o piloto falou em inglês que o avião estava com um problema. Tentou consertá-lo, mas não conseguiu. Apesar de que ele considerava que isso não impediria e não seria um risco para a viagem. Mas a companhia aérea não autorizou. Isso eu não a crítico, no entanto, o fato deles cancelarem o voo e mandarem todos de volta para suas respectivas residências, foi de matar. Claro que não fomos. Ninguém estava ali sem um propósito. Todos queríamos viajar, tínhamos programado, oras.
Seguimos as orientações deles de ligarem para o número da companhia aérea para tentarmos remarcar a viagem. Eles queriam arrumar bilhetes aéreos para o dia 11 de janeiro. Claro, meus senhores, todos temos férias ilimitadas que podemos tirar conforme as companhias aéreas desejam.
Fomos para o saguão, de frente à companhia, que havia formado uma enorme e confusa fila. Para completar tudo, o sistema da empresa aérea saiu do ar. Funcionários sem saber o que fazer, passageiros furando fila, gente estressada, fome, decepção... Talvez aqui caiba a definição de caminho para o inferno.
Saldo final do dia:11 horas no aeroporto. Conseguimos remarcar nossa viagem para o dia seguinte, por outra companhia aérea.
Dia 3 de janeiro, fomos lindos e sorridentes novamente para o aeroporto. Dessa vez o voo estava marcado para às 18h. Não seria mais direto Brasília-Miami, sim Brasília-São Paulo-Miami. Só que na hora do chek in, a passagem do meu primo deu problema devido ao cancelamento do dia anterior e o escritório da companhia aérea responsável estava fechado. O único jeito era tentar resolver por ligação. Vocês sabem o quanto é rápido resolver qualquer coisa via telemarketing, só que ao contrário. Perdemos o voo das 18h e ficamos com medo de perder os bilhetes para a Miami. Por sorte tinha outro voo às 19h30. Conseguimos resolver o problema da passagem do meu primo. Fomos fazer chek in de novo e BINGO: a minha passagem deu problema, não tinha o trajeto São Paulo-Miami, só Brasília-São Paulo. Só que não havia tempo para pedir mudança, ou eu viajava ou perdia o voo, daí só no dia seguinte. Enfim, fui para a São Paulo, sem saber se conseguiria ir para Miami.
Enfim, consegui viajar. Deu tudo certo, tanto que haverá uma série de textos sobre a viagem.. Só que eu não sabia que havia a maldição da viagem para Miami, que na primeira vez sempre dá problemas, atrasos e afins não é Luisa Pinheiro?
4 comentários:
Hahaha, Luisa fazendo escola, gente! Se eu não soubesse que você tinha viajado mesmo ia assustar com esse post, mas que bom que deu tudo certo, acontece nas melhores famílias! Tô doida pelos próximos posts! :D
*Lembrar de só pra Miami por NY.
Odeio esperar em aeroporto. Deve ser o lugar mais desconfortável do mundo. Quase não tem lugar pra sentar. Nunca.
Não esquece de fotografar o que comprou! Adoro ver :)
Nossa, sempre fiquei pensando no estresse de passar por uma situação dessa, mas ao mesmo tempo pensava: esse povo também exagera quando quebram tudo e xingam funcionários.
Lendo o seu texto agora vejo que não é exagero, porque mais falta de respeito com o consumidor - que pagou e caro por aquilo - impossível!
kkkkkkkk você tá que nem eu, passando perrengue em viagem. outro dia escrevi um post sobre isso, e vc escreve bem parecido comigo. beijos! Voltarei mais vezes!
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